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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Introdução ao Livro Capitães da Areia




A culpa é da vida”

Os Capitães da Areia, romance escrito por Jorge Amado, mostra a  necessidade da presença paterna e materna  no crescimento saudáve de jovens em formaçãol, apesar de excluir  tal presença completamente . A história é bem detalhada pelo autor que faz de uma gama enorme de  personagens que possuem personalidades bem delineadas que como ele coloca, são meramente produtos da sociaedade da época. Os cenários são mutio ricos assim como cada episódio que irá compor o transcorrer da vida de cada um dos meninos que aprederam a ser homens antes do tempo, desde da areia das docas aos luares que são observados do trapiche Amado carrega as cenas procurando tornar real os acontecidos, tanto que em seu começo são alocadas cartas que explicitam roubos e furtos de um certo grupo denominado Capitães da Areia. As cartas são do povo a imprensa local, aflito quanto ao perigo dos possíveis meliantes e das autoridades ou ainda da casa de acolhimento aos jovens meliantes, que como colocado os maltrata. A dor. Os garotos que fazem parte dos Capitães da Areia são muitas vezes humanizados durante as diversas linhas do livro, lenvam ao se deitar a dor de seu sonhos, medos e a incessante procura por conforto. Que como coloca um dos personagens era em pequenos prazeres como livros  ou no ato de pertubar a paz de outrém.
“O Sem-Pernas recuou e a sua angústia cresceu. Todos procuravam um carinho, qualquer coisa fora daquela vida: o Professor naqueles livros que lia a noite toda, o Gato na cama de uma mulher da vida que lhe dava dinheiro, Pirulito na oração que o transfigurava, Barandão e Almiro no amor na areia do cais. O Sem-Pernas sentia que uma angústia o tomava e que era impassível dormir. Se dormisse viriam os maus sonhos da cadeia. Queria que aparecesse alguém a quem ele pudesse torturar com dichotes. [...]”
Indo do estupro ao homossexualismo e ao candomblé, o livro é diverso procurando acima de tudo ser real, vivo.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A ideologia de Hitler


Um resumo sobre a ideologia de Hitler.


Hitler  
Fonte da Imagem Wikimedia Commons
http://goo.gl/KukTJ


A Grande Segunda Guerra Mundial foi fortemente marcada pelos ideias do homem superior e pela purificação da raça alemã. Adolf Hitler com o ideal de instituição e reunificação alemã espelhados na civilização greco-romana, que em sua concepção seria a apoteose da organização social sendo concebida como o que ele chamou de “III Reich”  ou reino, postulou a reconstrução da raça ariana exterminando aqueles que não se encaixassem aos moldes do homem perfeito quanto as capacidades físicas e mentais.
Como concepções da ideologia de Hitler, cabiam além da construção da raça perfeita e da dominação mundial pelo povo alemão o investimento nas belas artes e na ciência assim como a medicina. Hitler, desde jovem sempre adorou a pintura, costumava a pintar paisagens bucólicas ou ainda as cenas das cidades alemãs, chegando a criar vários quadros de Linz sua cidade natal, entretanto quando aspirou entrar para a academia de artes seus trabalhos foram rejeitados, por serem de cunho realista-renascentista o que diferia completamente das vanguardas eminentes da época. Como coloca o filme, Hitler tinha sonhos astronômicos, projetos arquitetônicos megalomaníacos, replanejou Linz como uma cidade monumental, por si mesmo, enquanto adorador da arquitetura esboçava prédios, museus e teatros que eram revisados e assinados por seu arquiteto pessoal Albert Speer, como exemplo Berlim, que seria totalmente remodelada e tornaria Paris uma “sombra” da capital alemã.
O povo judeu foi alvo das teorias do Darwinismo social, Hitler interpretou a história como uma constante luta onde as melhores raças, melhor providas sobreviveriam, vendo o povo judeu como inferiores de tal forma a ter de serem eliminados.  
Durante os processos de ocupação de países da Europa e da construção do plano Nationalsozialistische, Hitler adquiriu centenas de obras artísticas e instituiu um sistema de propaganda que usava de imagens modificadas de tal forma a denegrir os ideias do povo judeu e doutros considerados incompatíveis com o ideal de perfeição desmerecendo sua imagem, já que para os nazistas judeus eram como ratos, transmitiam doenças (deixavam doente a alma alemã) se multiplicavam rapidamente e não traziam nada de bom.
O pensamento nazista, defendia o banimento e esterilização de doentes ou povos tidos como raça impura. Apoiando-se em teorias que levavam o perfil do homem perfeito em seus apíces médicos e físicos, promovia tal política racial, a qual pretendia uma higiene racial, um embelezamento e limpeza das cidades, que consequentemente promoveria uma saúde "efetiva", e por fim um embelezamento e dominância do mundo. Um pensamento atualmente considerado primitivo.



Referências.:
Documentário Arquitetura da Destruição. Direção: Peter Cohen. Produção: Versátil Home Vídeo. Alemanha: Universal, 1992, 1 DVD
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